Afinal Sal Faz mal para a Saúde ? Dr Lair Ribeiro Desvenda esse mistério!

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Com o uso dos termos “sal”, “sódio”, “pressão alta” e “hipertensão” é possível encontrar 17.090 artigos publicados, entre 1966 e 2001, em sites especializados na internet (MEDLINE) . Isso mostra a complexidade em resumir e oferecer uma versão diferenciada sobre o assunto e seu papel na saúde humana.

Este artigo não representa uma recomendação médica. Favor conversar com seu médico e/ou nutricionista antes de tomar qualquer decisão de como irá usar o sal em sua alimentação. Aqui temos um paradigma que, a princípio, pode ser chocante. Minha contribuição é a de mostrar o que está disponível na literatura, defendendo outro ponto de vista.

Este artigo tem como objetivo abordar aspectos importantes sobre pesquisas medicas feitas por LAIR GERALDO THEODORO RIBEIRO. Médico, Cardiologista e Nutrólogo. Resume o Artigo publicado originalmente em  (Dez 2015 – Fev 2016) Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research – BJSCR

 

A recomendação para uma dieta baixa em sal (hipossódica) vem sendo uma constante como abordagem coadjuvante no tratamento da hipertensão. Por outro lado, aos buscarmos relatos na historias vemos que povos antigos tem uma apreciação enorme por este elemento. Os japoneses – os maiores consumidores de sal do mundo – também são considerados um dos povos mais saudáveis. Historicamente, esse componente revela sua importância, sendo citado, com destaque, nas escrituras do cristianismo, judaísmo e islamismo. Além disso, existem 32 citações sobre o sal na Bíblia. No Judaísmo, por sua vez, o pão de Shabat (Chalá) é mergulhado no sal como símbolo da preservação do acordo com Deus, enquanto Maomé, no Alcorão, descreve as quatro dádivas enviadas por Deus: o ferro, o fogo, a água e o sal. Para os hebreus, chineses, gregos e romanos, o sal era valorizado tanto ou até mais do que o ouro.

Curiosamente, a palavra salário foi originada do pagamento para os soldados romanos com sal (Solarium Argentums), que há 5.000 anos era uma das mercadorias mais negociadas na China. Antes da existência de refrigeradores, aliás, o sal era o meio mais utilizado de conservação de alimentos. Todos os aspectos que caracterizam o sal não foram menosprezados pela medicina. Hipócrates (460 – 370a.C.) reconhecia o poder curativo da substância. Paracelso (1493 – 1541 d.C.), certa vez, declarou: “O ser humano necessita de sal. Ele não pode viver sem sal. Onde não houver sal, nada permanecerá, tudo irá se deteriorar”.

 

Neste Vídeo o Dr Lair Ribeiro Faz um Breve Resumo sobre seu Estudo Cientifico!

 

Dr Lair Faz um Resumo sobre o Sal!

Breve Resumo sobre o Sal, Material completo no Blog Vida Consciente e Saudável!

Posted by Vida Consciente e Saudável on Wednesday, July 11, 2018

 

Entretanto, se perguntarmos hoje a qualquer pessoa na rua, ou mesmo para a maioria dos médicos, sobre a importância do sal, certamente, o consenso é de que ele é prejudicial à saúde. Por estar associado ao aumento da pressão arterial, o sal é recomendado em baixíssimas doses na dieta (hipossódica) por quase a totalidade dos profissionais de saúde.

 

Os estudos que afirmam que o aumento na ingestão de sal provoca a elevação da pressão arterial foram realizados em animais, utilizando de 10 a 20 vezes a mais do que as doses recomendadas e isso foi feito com sal refinado (não integral).

A pesquisa mais significativa nessa área foi a Inter- salt Trial, que contou com a participação de 10 mil indivíduos de 52 centros, em 39 países. Somente em quatro desses 52 centros ficou evidente que sal contribuía para a elevação da pressão arterial – representados por dois no Brasil, formados por índios Yanomami e Xingu – e dois em Papua-Nova Guiné. Por ter várias características peculiares, esses povos possibilitaram estabelecer uma correlação significativa.
Diabéticos também não são beneficiados pelas dietas hipossódicas.

Diferentemente do refinado, o sal integral (não refinado) não passa pelo processo de “purificação”, mantendo sua composição com cerca de 80 minerais e elementos, todos naturais e essenciais para o organismo. Além de conter menos sódio e cloreto, a versão integral conta com muitos oligoelementos, necessários à manutenção da homeostase (equilíbrio fisiológico), que corresponde à capacidade de o organismo apresentar uma situação físico-química característica e constante, mesmo diante de alterações no meio ambiente.

Leia o Artigo Completo aqui no site: https://www.mastereditora.com.br/periodico/20160115_155207.pdf

 

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